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Dolly Bellefleur (ela)

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Foto: Marcus Koppen

Amor — é disso que se trata, nada mais e nada menos. Ou, como a embaixadora Dolly Bellefleur costuma dizer: “Damas e damas, senhores e senhores, damas e senhores, seja como for que consumam o amor, deixem o amor reinar. Se és gay, hetero, lésbica, trans ou bi. We are family. Long live diversity!”

Dolly, nascida Rudolf Lammert Douma, considera-se uma pessoa que floresceu mais tarde em vários aspetos. Só contou à mãe que gostava de homens aos dezenove e só aos 28 teve coragem de se dedicar inteiramente ao teatro. “Na verdade é incompreensível que eu não tenha contado mais cedo. Desde os catorze anos sabia como era a minha orientação. Além disso, a minha mãe vinha de uma família de onze filhos, em que dois rapazes eram gay.” O coming out tardio de Dolly não foi um problema em casa. “Os meus pais sempre me apoiaram incondicionalmente. Como embaixadora, quero transmitir esse amor incondicional.”

Embaixadora Pride desde 2015